Selo Carbono Zero

Seu município pode ter um patrimônio climático que ainda não foi mensurado.

Áreas públicas, unidades de conservação, projetos de restauração, resíduos e outras iniciativas municipais podem apresentar potencial para geração de ativos de carbono.
Nós ajudamos a descobrir onde está esse potencial e qual o caminho para transformá-lo em um projeto tecnicamente viável.

Seu município pode ter um patrimônio climático que ainda não foi mensurado.

Áreas públicas, unidades de conservação, projetos de restauração, resíduos e outras iniciativas municipais podem apresentar potencial para geração de ativos de carbono.
Nós ajudamos a descobrir onde está esse potencial e qual o caminho para transformá-lo em um projeto tecnicamente viável.

MERCADO DE CARBONO PARA MUNICÍPIOS

O primeiro passo é descobrir o que realmente pode se transformar em crédito.

Áreas verdes e projetos ambientais podem representar um importante patrimônio climático para o município. Mas potencial ambiental e crédito de carbono comercializável não são a mesma coisa.

01
🌳

O município tem
patrimônio ambiental

Áreas públicas, unidades de conservação, projetos de restauração, resíduos, saneamento e outras iniciativas podem representar oportunidades climáticas ainda não mensuradas.

O POTENCIAL EXISTE
+

É preciso
investigar

02

O potencial precisa virar
um projeto viável

Antes de falar em créditos, é necessário analisar dados, titularidade, características da área, metodologia aplicável, capacidade de mensuração, monitoramento e demais critérios necessários ao projeto.

O POTENCIAL É COMPROVADO
ICT
É AQUI QUE ENTRAMOS

Transformamos informações dispersas em inteligência para tomada de decisão.

Nossa equipe avalia o cenário inicial do município, identifica oportunidades que merecem aprofundamento e indica quais caminhos técnicos podem fazer sentido antes de qualquer investimento maior.

PRIMEIRO PASSO

Diagnóstico de Potencial de Ativos de Carbono Municipal

Uma assessoria inicial para identificar áreas, ativos e projetos municipais com potencial climático e indicar quais oportunidades realmente merecem aprofundamento técnico.

ANTES DE ESTRUTURAR UM PROJETO

Descubra o que seu município tem antes de decidir o que fazer com isso.

Reunimos as informações disponíveis, analisamos os principais ativos municipais e construímos uma visão inicial sobre onde podem existir oportunidades relacionadas ao carbono.

O objetivo não é prometer créditos. É dar ao gestor público informação suficiente para decidir com segurança quais caminhos vale a pena desenvolver.

DIAGNÓSTICO • ESTRATÉGIA • PRÓXIMOS PASSOS
SEU
MUNICÍPIO
🌳 Áreas
♻️ Resíduos
💧 Saneamento
🌱 Restauração
O QUE PODE ENTRAR NO DIAGNÓSTICO

Olhamos para o território de forma mais ampla do que apenas floresta.

01
🌳

Áreas públicas

Parques, unidades de conservação, imóveis municipais, áreas verdes e outras propriedades sob responsabilidade do município.

02
📍

Titularidade e localização

Identificação preliminar da propriedade, uso da área, georreferenciamento disponível e possíveis questões que precisam ser aprofundadas.

03
🌿

Vegetação e bioma

Características ambientais, cobertura vegetal, preservação, áreas degradadas e possibilidades de conservação ou restauração.

04
CO₂

Potencial climático

Avaliação preliminar das possibilidades de redução, retenção ou remoção de emissões que podem justificar estudos mais aprofundados.

05
CH₄

Resíduos e metano

Aterros, resíduos orgânicos, efluentes, saneamento, biodigestão e outras situações que possam representar redução de emissões de metano.

06

Caminhos possíveis

Identificação inicial de metodologias, estudos adicionais, especialistas, tecnologias ou estruturas necessárias para desenvolver cada oportunidade.

O QUE O MUNICÍPIO RECEBE

Um mapa claro de oportunidades e próximos passos.

O diagnóstico organiza o cenário para que prefeito, secretários e equipe técnica consigam decidir onde vale a pena investir tempo e recursos.

Mapa inicial de ativos

Áreas e projetos identificados como potenciais oportunidades.

Classificação de potencial

Indicação das oportunidades que merecem aprofundamento e das que ainda precisam de mais informações.

Pontos de atenção

Dados faltantes, titularidade, monitoramento, metodologia e outras questões relevantes.

Roteiro de desenvolvimento

Próximos estudos, profissionais e etapas recomendadas para cada oportunidade identificada.

!
Diagnóstico de potencial não significa emissão automática de créditos.

A existência e a quantidade de créditos dependerão da estruturação posterior do projeto, da metodologia aplicável, dos dados disponíveis e das etapas de mensuração, validação ou verificação necessárias.

QUER SABER SE FAZ SENTIDO PARA SUA CIDADE?

Podemos começar com uma conversa.

Conte brevemente o cenário do município. Nossa equipe avalia as informações iniciais e explica se existe razão para avançar para um diagnóstico.

Quero avaliar meu município
ONDE PODE ESTAR O POTENCIAL?

Oportunidades climáticas podem estar espalhadas por todo o município.

Florestas e áreas verdes são apenas uma das possibilidades. Resíduos, saneamento, recuperação ambiental e projetos de redução de emissões também podem merecer uma análise mais aprofundada.

🌳
01
CONSERVAÇÃO

Áreas verdes e unidades de conservação

Parques, reservas, áreas públicas preservadas e outros territórios municipais podem ser analisados quanto ao estoque, conservação e dinâmica de carbono.

? Seu município possui áreas públicas preservadas?
🌱
02
REMOÇÃO

Recuperação e restauração ambiental

Áreas degradadas, recuperação de vegetação e projetos de reflorestamento podem representar oportunidades relacionadas ao aumento da remoção de carbono da atmosfera.

? Existem áreas municipais que precisam ser recuperadas?
♻️
03
METANO

Resíduos, aterros e matéria orgânica

A decomposição de resíduos orgânicos pode gerar metano. Mudanças na gestão, tratamento, captura ou aproveitamento desse gás podem representar redução de emissões.

? Como seu município trata hoje os resíduos orgânicos?
💧
04
SANEAMENTO

Efluentes e tratamento de esgoto

Sistemas de tratamento de efluentes e saneamento podem apresentar oportunidades de redução de gases de efeito estufa, especialmente em processos relacionados ao metano.

? Existem projetos de melhoria ou expansão do saneamento?
05
REDUÇÃO

Energia e eficiência

Geração renovável, modernização de equipamentos, iluminação, eficiência energética e outras iniciativas podem reduzir emissões associadas às atividades municipais.

? A prefeitura possui projetos de energia ou eficiência?
06
NOVAS OPORTUNIDADES

Outros projetos municipais

Mobilidade, agricultura, biodigestores, bioenergia, mudanças tecnológicas e outros projetos podem apresentar potencial dependendo da realidade de cada município.

? Existe algum projeto ambiental que ainda não foi avaliado?
NÃO É PRECISO SABER A RESPOSTA AGORA

O diagnóstico existe justamente para descobrir onde vale a pena olhar.

Um município pode possuir uma grande área verde e descobrir que sua melhor oportunidade está em resíduos. Outro pode encontrar potencial em restauração, saneamento ou em uma combinação de diferentes projetos.

i

Importante: a presença de qualquer um desses ativos não significa, isoladamente, que existam créditos de carbono disponíveis. Cada oportunidade precisa ser avaliada conforme suas características, dados, titularidade e metodologia aplicável.

ALÉM DO PATRIMÔNIO PÚBLICO

O potencial climático do município não termina nas áreas da prefeitura.

Propriedades privadas também podem fazer parte de uma estratégia municipal de conservação, restauração e desenvolvimento de projetos climáticos — respeitando sempre os direitos dos seus proprietários.

🏛️
Área pública Ativo municipal
TERRITÓRIO MUNICIPAL Município
🌳
Área privada Proprietário
🌱
Área privada Proprietário
UMA ESTRATÉGIA PARA TODO O TERRITÓRIO

A prefeitura pode estimular quem preserva.

Além de avaliar seus próprios imóveis, o município pode estudar políticas públicas que incentivem proprietários privados a preservar vegetação, restaurar áreas degradadas e participar voluntariamente de iniciativas climáticas.

Isso pode criar uma rede local de áreas protegidas e projetos ambientais muito maior do que o patrimônio pertencente diretamente ao poder público.

UMA POSSIBILIDADE A SER ESTRUTURADA

Um programa municipal pode conectar incentivo, preservação e carbono.

01
📍

Mapear

Identificar proprietários e áreas privadas que possam apresentar interesse ambiental ou climático.

02
🌳

Incentivar

Criar políticas locais que valorizem preservação, restauração e outras práticas ambientais.

03
%

IPTU Verde

Conforme legislação municipal, benefícios tributários podem incentivar práticas ambientais em imóveis urbanos.

04
CO₂

Avaliar carbono

Áreas com potencial podem ser avaliadas individualmente para verificar a viabilidade de projetos de carbono.

UMA NOVA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL

O proprietário ganha incentivo. O município ganha conservação.

👤
Para o proprietário

Incentivos ambientais, valorização da área e possibilidade de desenvolver um projeto climático próprio quando houver viabilidade técnica.

🏙️
Para o município

Mais áreas preservadas, recuperação ambiental, dados sobre o território e fortalecimento da estratégia climática local.

🌎
Para a cidade

Formação de um ecossistema local de sustentabilidade, inovação e valorização dos ativos ambientais.

Créditos de áreas privadas continuam sendo direitos dos seus titulares.

Pela legislação atual, a titularidade originária dos créditos gerados em imóveis de usufruto privado pertence ao proprietário ou usufrutuário. Programas municipais de incentivo e benefícios tributários precisam ser estruturados em legislação própria e não transferem automaticamente os créditos ao município.

NOVO CENÁRIO BRASILEIRO

O mercado de carbono abriu uma nova perspectiva para os municípios.

A legislação brasileira passou a reconhecer expressamente a participação de entes públicos em projetos de crédito de carbono. Para os municípios, isso pode transformar patrimônio ambiental e projetos de redução de emissões em oportunidades que merecem ser tecnicamente avaliadas.

LEI 15.042 / 2024
Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões
O QUE MUDOU?

A legislação reconhece projetos públicos de crédito de carbono.

A lei estabelece que entes públicos podem desenvolver projetos de redução ou remoção de gases de efeito estufa com finalidade de geração de créditos de carbono, respeitando regras de titularidade, metodologia e direitos de terceiros.

Lei Federal nº 15.042/2024 — arts. 42 e 43
01
🏛️
PODER PÚBLICO

Municípios podem desenvolver projetos

Projetos públicos podem ser estruturados para redução ou remoção de emissões e eventual geração de créditos de carbono, desde que atendam aos requisitos aplicáveis.

02
📍
TITULARIDADE

Áreas municipais podem gerar ativos do próprio município

A legislação reconhece a titularidade originária municipal em unidades de conservação municipais e outros imóveis em que o município possua, cumulativamente, propriedade e usufruto, observadas as condições legais e direitos de terceiros.

03
COMPROVAÇÃO

Área verde sozinha não significa crédito

Para existir crédito é necessário demonstrar efetiva retenção, redução ou remoção de gases de efeito estufa dentro de uma metodologia que permita mensuração, relato e verificação.

O QUE ISSO SIGNIFICA NA PRÁTICA?

O município pode ter um direito. Mas primeiro precisa descobrir se tem um projeto.

01 Patrimônio

Área ou projeto municipal

02 Potencial

Análise técnica inicial

03 Projeto

Metodologia e mensuração

04 Ativo

Após comprovação aplicável

ICT
O PAPEL DO SELO CARBONO ZERO

Começar pela informação, não pela promessa.

Nossa assessoria ajuda o município a organizar as informações, identificar ativos com potencial, compreender os principais caminhos técnicos e saber quais estudos e especialistas serão necessários antes de avançar para a estruturação de um projeto.

Cada projeto exige análise própria.

Titularidade, uso da área, direitos de terceiros, metodologia, documentação e forma de contratação ou parceria precisam ser avaliados conforme as características do município e do projeto. Quando necessário, a análise técnica deve ser complementada por especialistas jurídicos e outros profissionais habilitados.

2026–2030 • UMA TRANSFORMAÇÃO EM CURSO

O mercado brasileiro de carbono está sendo estruturado agora.

O Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões já entrou em fase de implementação. Nos próximos anos, mensuração, relato, verificação e negociação de ativos climáticos passarão a fazer parte de uma estrutura nacional cada vez mais organizada.

2026
ESTAMOS AQUI

Regulamentação

Estruturação da governança, das regras de MRV, da cobertura setorial e do Registro Central do SBCE.

2027
FASE 2

Instrumentos de relato

Operacionalização dos instrumentos para monitoramento e relato de emissões, com entrada gradual dos primeiros setores.

2028–29
FASE 3

Monitoramento e relato

Operadores abrangidos passam gradualmente a apresentar planos de monitoramento e relatos de emissões e remoções de GEE.

2030
FASE 4

Mercado de ativos

Previsão do primeiro Plano Nacional de Alocação, distribuição de CBEs e implementação do mercado de ativos do SBCE.

🏙️
E O QUE ISSO TEM A VER COM A PREFEITURA?

Para os municípios, este é o momento de conhecer seus ativos, organizar seus dados e entender suas oportunidades.

Não é necessário esperar o mercado estar completamente implementado para começar. Conhecer o território, suas emissões, áreas ambientais, resíduos e projetos permite que o município tome decisões com muito mais informação à medida que o novo mercado se desenvolve.

POR QUE O GESTOR MUNICIPAL DEVE ACOMPANHAR?

A mudança não afeta apenas quem vende créditos.

🏭
Empresas do município

Indústrias e outros operadores locais podem passar a enfrentar novas exigências de mensuração, monitoramento e relato conforme a regulamentação e a entrada gradual dos setores.

📊
Dados ganham valor

Informações sobre emissões, resíduos, energia, saneamento e ativos ambientais passam a ser cada vez mais importantes para planejamento e desenvolvimento de projetos.

Quem se prepara antes

Municípios que conhecem seus ativos e oportunidades estarão mais preparados para avaliar projetos, parcerias e novos instrumentos da economia de baixo carbono.

!
PARA OS AGENTES REGULADOS

As novas regras também vêm acompanhadas de consequências reais para quem descumpri-las.

A Lei nº 15.042/2024 estabelece sanções administrativas para agentes sujeitos ao SBCE que cometerem infrações.

%
Multas

Para pessoas jurídicas com faturamento, podem chegar a 3% do faturamento bruto e, em reincidência, progressivamente até 4%.

×
Licenças e autorizações

A lei prevê suspensão ou cancelamento de registros, licenças e autorizações entre as sanções possíveis.

Benefícios e financiamentos

Pode haver perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais e perda ou suspensão da participação em linhas oficiais de financiamento.

Contratação pública

Entre as sanções previstas está a proibição de contratar com a Administração Pública por até três anos.

i

Importante: essas sanções não significam que uma prefeitura será penalizada simplesmente por não possuir um inventário municipal de emissões. Elas se aplicam às infrações cometidas por agentes sujeitos às obrigações do SBCE, conforme regulamentação e enquadramento de cada atividade.

A MELHOR HORA PARA ENTENDER UM NOVO MERCADO

é antes que ele esteja completamente estabelecido.

O papel do município agora é conhecer melhor seu território, seus ativos e seus desafios — e decidir com antecedência onde existem oportunidades que valem ser desenvolvidas.

POR ONDE ESSA CONVERSA COMEÇA?

Diferentes áreas da prefeitura podem identificar a mesma oportunidade.

O município não precisa chegar com um projeto de carbono pronto. Basta existir interesse em entender melhor seus ativos ambientais, projetos, áreas ou possibilidades de redução de emissões.

🏛️
GESTÃO ESTRATÉGICA

Prefeito(a)

Pode enxergar o mercado de carbono como parte de uma estratégia maior de desenvolvimento, inovação, valorização do patrimônio municipal e posicionamento da cidade.

“Que oportunidades ambientais e econômicas nosso município ainda não está aproveitando?”
🌳
ATIVOS AMBIENTAIS

Meio Ambiente

Normalmente possui maior proximidade com áreas verdes, unidades de conservação, recuperação ambiental, vegetação e projetos de preservação.

“Nossas áreas preservadas podem representar algum ativo climático?”
ESTRATÉGIA ECONÔMICA

Fazenda e Finanças

Pode avaliar o tema sob a perspectiva de viabilidade econômica, valorização de ativos públicos, estruturação financeira e possíveis novas fontes de recursos.

“Existe valor econômico em ativos que hoje não estão mensurados?”
🗺️
VISÃO DE LONGO PRAZO

Planejamento

Pode conectar clima, território, infraestrutura e investimentos às estratégias de médio e longo prazo do município.

“Como esse tema pode entrar no planejamento estratégico da cidade?”
💡
DESENVOLVIMENTO

Desenvolvimento Econômico

Pode conectar mercado de carbono, inovação e sustentabilidade à atração de empresas, novos projetos e desenvolvimento do ecossistema econômico local.

“Como sustentabilidade pode ajudar nossa cidade a atrair oportunidades?”
♻️
EMISSÕES E INFRAESTRUTURA

Saneamento e Serviços Urbanos

Resíduos, aterros, efluentes e matéria orgânica podem revelar oportunidades ligadas principalmente à redução de emissões de metano.

“Estamos deixando escapar uma oportunidade junto com nossos resíduos?”
NÃO IMPORTA DE ONDE A CONVERSA COMEÇA

Nós ajudamos a reunir as pessoas certas dentro do município.

Conforme a oportunidade identificada, a avaliação pode envolver diferentes secretarias, técnicos municipais e especialistas. O diagnóstico ajuda justamente a organizar essa conversa antes de o município assumir compromissos maiores.

PRIMEIRA CONVERSA

Comece com uma reunião sem precisar ter todas as respostas.

Queremos primeiro entender o município: quais áreas possui, quais projetos já existem, quais dados estão disponíveis e o que despertou interesse no mercado de carbono.

A partir dessa conversa conseguimos indicar se há elementos suficientes para avançar para o Diagnóstico de Potencial de Ativos de Carbono Municipal.

A REUNIÃO INICIAL SERVE PARA
01
Entender o cenário

Conhecer os ativos, projetos e objetivos do município.

02
Identificar caminhos

Perceber quais oportunidades merecem uma primeira análise.

03
Explicar o processo

Mostrar como funciona um projeto de carbono e suas etapas.

04
Definir o próximo passo

Avaliar se faz sentido avançar para um diagnóstico técnico estruturado.

PREFEITURAS E PODER PÚBLICO

Seu município pode ter mais potencial do que imagina.

Agende uma conversa com nossa equipe e conte brevemente o que existe hoje no município. A partir daí, mostramos quais caminhos podem fazer sentido investigar.

Agendar uma reunião

Prefeito • Meio Ambiente • Fazenda • Planejamento • Desenvolvimento • Saneamento

Participante selecionado para participar do programa Impacta RS

Conheça nosso time de especialistas:

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Graduação em Geologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2013), possuindo centenas de projetos aprovados junto aos órgãos FEPAM, ANM, SEMA, IMA e Prefeituras, principalmente nas áreas de mineração e investigação de contaminação. Sólida experiência profissional nas fases de planejamento, execução e finalização de projetos e relatórios. Coordenação de equipes de campo durante execução de sondagens do tipo SPT, rotativa, trado, hollow stem auger, direct push, instalação de poços de monitoramento de água subterrânea e biogás.  Possui Certidão de Acervo Técnico – CAT junto ao CREA/RS nas áreas de mineração, licenciamento ambiental, recuperação de áreas degradadas, hidrogeologia, geotecnia e estudos de impacto ambiental, tanto como executor como coordenador técnico. Projetos de mitigação e anaálise de viabilidade para geração de créditos de carbono. 

André Luís de Andrade Rodrigues

GEÓLOGO

Pós-graduação em Crédito de Carbono: Projeto e Mercado

Pós-graduação em Engenharia Geotécnica

Bacharel em Geologia  

CREA RS202133, IBAMA CTF n° 6.412.540

Engenheira Sanitarista e Ambiental, com MBA em Gestão de Projetos e Sustentabilidade Ambiental e especialização em Créditos de Carbono, possui experiência em sustentabilidade corporativa, gestão ambiental e mudanças climáticas. Atua na elaboração e gestão de Inventários de Gases de Efeito Estufa (GEE), estratégias ESG, Relatórios de Sustentabilidade, monitoramento ambiental e desenvolvimento de programas socioambientais, com conhecimento em GHG Protocol e ABNT NBR ISO 14064-1. Sua atuação é voltada à integração entre gestão ambiental, estratégia climática e sustentabilidade, contribuindo para a mensuração e redução de impactos ambientais e para o desenvolvimento de soluções alinhadas à transição para uma economia de baixo carbono.

Amanda Segatto

ENGENHEIRA SANITARIASTA E AMBIENTAL

MBA em Gestão de Projetos e Sustentabilidade Ambiental e especialização em Créditos de Carbono

Instituto de Ciências e Tecnologia G Tech Nano

O Selo Carbono Zero é uma iniciativa do ICT G Tech Nano, instituição privada sem fins lucrativos dedicada à pesquisa aplicada, ao desenvolvimento de tecnologias, metodologias e soluções que aproximam ciência, sustentabilidade e mercado.

Combinamos conhecimento técnico, inteligência artificial interna e especialistas de diferentes áreas para tornar inventários, análises de emissões e projetos de descarbonização mais ágeis, acessíveis e aplicáveis à realidade de cada organização.

DÚVIDAS FREQUENTES

Antes de começar, é normal ter dúvidas.

O mercado de carbono ainda é novo para muitos gestores públicos. Reunimos algumas das perguntas mais comuns para explicar, de forma simples, o que acontece antes de um município decidir estruturar um projeto.

01
Uma área verde já significa que o município possui créditos de carbono?

Não. Uma área preservada pode representar um importante patrimônio ambiental e merece ser analisada, mas a existência de vegetação, por si só, não cria automaticamente créditos comercializáveis.

É necessário avaliar as características da área, titularidade, dados disponíveis, metodologia aplicável, capacidade de mensuração e outros critérios do projeto.

02
Então qual é o primeiro passo para o município?

O primeiro passo é entender o que o município possui e quais oportunidades realmente merecem ser investigadas.

Por isso começamos pelo Diagnóstico de Potencial de Ativos de Carbono Municipal, reunindo informações sobre áreas, projetos ambientais, resíduos, saneamento e outras possíveis fontes de redução ou remoção de emissões.

03
O município pode participar do mercado de carbono?

A legislação brasileira prevê a participação de entes públicos em projetos relacionados ao mercado de carbono e contempla situações em que créditos podem estar vinculados a ativos pertencentes ao próprio município.

Entretanto, cada projeto precisa ser analisado individualmente, especialmente quanto à titularidade, direitos de terceiros, metodologia, contratação e estrutura jurídica aplicável.

04
O diagnóstico garante que existirão créditos para vender?

Não. O objetivo do diagnóstico é justamente evitar que o município invista em um projeto antes de compreender seu verdadeiro potencial.

A entrega indica quais oportunidades parecem mais promissoras, quais informações ainda são necessárias e quais caminhos técnicos podem fazer sentido aprofundar.

05
Apenas áreas florestais podem gerar oportunidades?

Não. Preservação e restauração são apenas algumas das possibilidades.

Dependendo da realidade municipal, também podem existir projetos relacionados a resíduos, metano, saneamento, efluentes, biodigestores, energia, eficiência, mobilidade e outras reduções de gases de efeito estufa.

06
Quais informações a prefeitura precisa ter para a primeira reunião?

Não é necessário chegar com um levantamento técnico pronto. A reunião inicial existe justamente para entendermos o cenário.

Informações básicas sobre áreas públicas, unidades de conservação, projetos ambientais, aterros, resíduos, saneamento ou outros ativos já ajudam a orientar a conversa.

07
Quem da prefeitura deveria participar dessa conversa?

A conversa pode começar pelo prefeito, Secretaria de Meio Ambiente, Fazenda, Planejamento, Desenvolvimento Econômico, Saneamento ou outra área relacionada ao projeto identificado.

Conforme o diagnóstico evolui, ajudamos a identificar quais secretarias, técnicos e especialistas precisam participar das próximas etapas.

08
O município precisará contratar outros especialistas?

Depende do projeto. Algumas oportunidades podem exigir profissionais ou instituições especializados em áreas como geoprocessamento, florestas, engenharia, saneamento, validação, verificação ou questões jurídicas.

Nosso papel inicial é também ajudar a identificar quando essas competências são realmente necessárias, evitando mobilizar estruturas complexas antes de saber se existe potencial suficiente.

09
Quanto tempo leva para saber se existe potencial?

O prazo depende principalmente da quantidade e da qualidade das informações disponíveis no município.

Após a primeira reunião conseguimos dimensionar o diagnóstico, indicar os documentos necessários e apresentar uma previsão de prazo adequada ao caso.

10
Se houver potencial, qual é o próximo passo?

As oportunidades mais promissoras podem avançar para um estudo de viabilidade mais aprofundado.

A partir daí são definidos metodologia, dados adicionais, monitoramento, profissionais envolvidos, estrutura jurídica, critérios de validação e o caminho possível para registro, emissão e eventual comercialização dos ativos.