Selo Carbono Zero
Sua área pode gerar Créditos SCZ.
Analisamos o território, calculamos o carbono associado à área, documentamos a apuração e registramos os créditos com rastreabilidade pública
Sua área pode gerar Créditos SCZ.
Analisamos o território, calculamos o carbono associado à área, documentamos a apuração e registramos os créditos com rastreabilidade pública
Uma safra anual de carbono. Calculada, documentada e rastreável.
Analisamos o território, apuramos o carbono correspondente ao período anterior, estruturamos a documentação e registramos publicamente os Créditos SCZ gerados.
Área identificada
Começamos pela localização, dimensão, características ambientais e informações disponíveis sobre a área.
Leitura territorial
Organizamos os dados da área e avaliamos os elementos necessários para a apuração anual de carbono.
Carbono calculado
Calculamos as toneladas de CO₂e correspondentes ao período de referência analisado.
Créditos SCZ
A apuração é transformada em Créditos SCZ vinculados ao território e ao período correspondente.
Registro público
Projeto, créditos e movimentações permanecem documentados em um histórico público e rastreável.
Cada ciclo representa um período específico da área.
Os Créditos SCZ são apurados com base nas informações correspondentes ao ano anterior. A emissão identifica claramente o território analisado e o período de referência.
A validade dos créditos é de 1 ano, permitindo uma nova análise e uma nova safra de carbono a cada ciclo.
Carbono com origem conhecida, período definido e histórico rastreável.
O crédito está vinculado a uma área identificada.
A apuração corresponde a um ciclo claramente definido.
A emissão registra a quantidade de tCO₂e apurada.
As transações podem ser acompanhadas em histórico público.
O responsável pelo território formaliza uma autodeclaração de exclusividade, declarando que os mesmos atributos de carbono daquela área e daquele período não estão sendo comercializados simultaneamente em outro programa.
Vamos avaliar a próxima safra de carbono do seu território.
Envie as informações iniciais da área para começarmos pela análise territorial e entender o potencial de desenvolvimento de Créditos SCZ.
Diferentes tipos de território podem entrar em análise.
O primeiro passo é entender quem administra a área, onde ela está localizada, suas características ambientais e quais informações territoriais estão disponíveis.
Proprietários rurais
Fazendas, sítios, áreas de conservação, propriedades rurais e outros territórios sob responsabilidade privada.
Áreas corporativas
Empresas que possuem, administram ou mantêm áreas verdes vinculadas à sua operação ou patrimônio.
Associações e organizações
Associações, organizações e iniciativas que administram ou representam áreas com potencial de análise territorial.
Áreas vinculadas a projetos
Condomínios, loteamentos, empreendimentos imobiliários ou outras estruturas que mantenham áreas ambientais.
Municípios e órgãos públicos
Áreas públicas e territórios sob análise podem ser avaliados para identificar, quantificar e documentar ativos climáticos, conforme a situação territorial e documental.
Comece pela análise territorial
Não é necessário saber antecipadamente quanto carbono a área representa. Nossa primeira etapa é justamente entender o território e os dados disponíveis.
Avaliar minha área →O território pode ser analisado como um conjunto de ativos climáticos.
Para municípios e órgãos públicos, a análise pode ir além de uma área isolada. É possível estruturar uma leitura territorial, organizar informações ambientais e identificar áreas que merecem aprofundamento para apuração de carbono.
Algumas informações já permitem iniciar a leitura da área.
Quanto mais organizada estiver a documentação territorial, mais objetiva tende a ser a etapa inicial. Mas não é necessário possuir tudo antes do primeiro contato.
Município, estado e localização da área.
Área total ou estimativa aproximada em hectares.
Mapa, coordenadas, KML, KMZ ou georreferenciamento.
Informações disponíveis sobre titularidade ou administração.
Vegetação, conservação, uso e histórico conhecido.
Outras informações ambientais que ajudem na análise territorial.
Isso não impede o primeiro contato. Podemos começar com as informações existentes e identificar quais dados adicionais serão necessários para avançar na análise.
O ponto de partida é o mesmo: entender o território.
Envie as informações iniciais da área para começarmos a análise e verificar o caminho para uma futura safra de Créditos SCZ.
Uma apuração anual, com território, período e resultado definidos.
Cada safra parte de uma área identificada e de um período de referência. A análise organiza os dados territoriais, calcula o carbono correspondente ao ciclo anterior e documenta os Créditos SCZ emitidos.
Delimitamos o território analisado
Identificamos localização, dimensão, delimitação e demais informações necessárias para deixar claro qual área pertence àquela apuração.
Definimos a safra analisada
A apuração considera o período anterior, permitindo associar os resultados a um ciclo temporal claramente identificado.
Organizamos os dados da área
Reunimos as informações disponíveis sobre o território, suas características ambientais, cobertura, uso, conservação e demais dados aplicáveis à análise.
Calculamos o carbono em tCO₂e
Os dados territoriais são transformados em uma apuração quantitativa correspondente ao período analisado, expressa em toneladas de dióxido de carbono equivalente.
Registramos como o resultado foi obtido
A apuração é acompanhada por documentação que identifica o território, período, informações consideradas e resultado calculado.
Geramos os Créditos SCZ
A quantidade apurada é vinculada ao projeto e ao ciclo correspondente, formando a safra de Créditos SCZ daquele período.
Publicamos o projeto e acompanhamos as movimentações
As informações essenciais da emissão ficam disponíveis em registro público, juntamente com o histórico das transações realizadas com os créditos.
Território + período + dados geram uma apuração documentada.
O Crédito SCZ não aparece isolado. Ele está associado a uma área específica, a uma safra específica e à documentação que sustenta aquela emissão.
Créditos SCZ com validade de 1 ano.
Cada emissão corresponde a um ciclo específico. No período seguinte, a área pode passar por nova apuração, gerando uma nova safra vinculada ao novo ano de referência.
A safra precisa contar a história do crédito.
Qual território foi analisado.
Quem responde pela área ou projeto.
Qual ciclo está sendo apurado.
Informações utilizadas na análise.
Quantidade apurada em tCO₂e.
Quantidade de Créditos SCZ emitidos.
Ciclo de vigência da emissão.
Movimentações realizadas com os créditos.
O responsável formaliza uma autodeclaração de que os mesmos atributos de carbono referentes àquela área e àquele ciclo não estão sendo comercializados simultaneamente em outro programa.
Começamos pela leitura territorial.
Envie a localização e as informações iniciais da área. A partir daí, podemos entender quais dados estão disponíveis para iniciar a apuração da próxima safra.
O Crédito SCZ continua rastreável ao longo de toda a sua trajetória.
Depois de apurados e documentados, os Créditos SCZ podem ser disponibilizados para negociação. O registro público acompanha a origem, a situação e as movimentações de cada safra.
Créditos gerados
A safra é vinculada à área, ao período de referência e à quantidade de tCO₂e apurada.
Projeto publicado
As informações essenciais da safra ficam disponíveis em registro público.
Créditos disponíveis
Os créditos podem ser apresentados ao mercado e disponibilizados para potenciais compradores.
Transferência registrada
Quando ocorre uma negociação, a movimentação dos créditos pode ser registrada no histórico público.
Uso ou aposentadoria
Quando utilizado para compensação, o crédito pode ter sua destinação registrada para evitar nova utilização.
Não mostramos apenas quantos créditos existem. Mostramos o que aconteceu com eles.
O histórico público permite acompanhar a trajetória da safra e visualizar as movimentações registradas ao longo do período de validade.
Crédito emitido não significa crédito automaticamente vendido.
Depois da emissão, os Créditos SCZ podem ser disponibilizados para negociação e apresentados a potenciais compradores. A efetiva comercialização depende da existência de interessados, condições de mercado, negociação entre as partes e aceitação do projeto pelo comprador.
O crédito passa a existir dentro da safra documentada.
Pode ser apresentado para potenciais compradores.
Só acontece quando houver uma negociação efetivamente concluída.
O serviço de desenvolvimento está relacionado à análise, apuração, documentação, emissão e rastreabilidade dos créditos. A comercialização é uma etapa posterior e depende das condições e oportunidades existentes no mercado.
Uma linha do tempo para cada safra de carbono.
Comece pela análise do território.
Avaliamos a área, estruturamos a apuração e mostramos como funciona o processo até a emissão e o registro público dos créditos.
Compensar também pode ser uma escolha de origem.
Empresas que precisam neutralizar emissões podem buscar créditos que façam sentido para sua estratégia, seu território, seus compromissos ambientais e a forma como desejam comunicar a compensação realizada.
Saber de onde vem o crédito
O comprador pode identificar a área associada à safra e conhecer a origem territorial dos Créditos SCZ adquiridos.
Compensação mais próxima
Algumas empresas podem preferir apoiar créditos originados em sua região, estado, bioma ou território de atuação.
Histórico público
O projeto, a safra e as movimentações registradas podem ser consultados, fortalecendo a rastreabilidade da compensação.
Uma safra identificável
O crédito está associado a um período específico, tornando clara a safra utilizada.
Uma história que pode ser explicada
Quando a compensação possui origem, período e destinação claros, a empresa consegue comunicar a iniciativa de forma mais objetiva.
O carbono pode ter contexto
Em vez de olhar somente para uma unidade de CO₂e, o comprador pode considerar também a origem territorial do projeto.
A empresa pode escolher onde deseja gerar impacto.
Uma organização localizada no Sul pode se interessar por uma safra originada no Pampa ou na Mata Atlântica. Outra empresa pode preferir um projeto ligado a uma região onde possui clientes, operação ou fornecedores.
A origem não substitui a análise do crédito, mas pode agregar contexto à decisão de compra.
A transação pode se transformar em compensação documentada.
Quando uma empresa utiliza Créditos SCZ para compensar emissões dentro de uma estratégia climática, a destinação pode ser registrada e vinculada à quantidade correspondente de créditos.
A empresa identifica a quantidade que deseja compensar.
Escolhe uma safra e uma origem compatíveis.
A movimentação é registrada no histórico dos créditos.
O uso para compensação fica registrado e o crédito deixa de estar disponível.
O modelo SCZ busca preservar a conexão entre território, safra, quantidade emitida, movimentações realizadas e destinação final dos créditos.
Características da área, localização, quantidade disponível, perfil do projeto, preço, demanda e critérios próprios de cada comprador podem influenciar uma futura negociação. A emissão de Créditos SCZ não garante sua comercialização.
Quanto melhor documentada a origem, mais clara é a história que você apresenta ao mercado.
Por isso, o desenvolvimento dos Créditos SCZ começa antes da comercialização: começa pela qualidade da análise territorial e da documentação da safra.
Período definido.
Histórico rastreável.
O primeiro passo é transformar território em informação.
Comece pela análise territorial para entender como a área pode ser documentada e estruturada para uma futura safra de Créditos SCZ.
Dúvidas sobre desenvolvimento e comercialização de Créditos SCZ.
Cada território possui características próprias. Por isso, a análise começa pela área e pelos dados disponíveis, antes da apuração e emissão da safra anual de carbono.
01 Qualquer área verde pode gerar Créditos SCZ?
Cada área precisa passar por uma análise territorial.
Localização, dimensão, características ambientais, documentação, período de referência e dados disponíveis são considerados antes da apuração.
A quantidade de créditos só é definida após a análise e o cálculo correspondente ao território avaliado.
02 A área precisa ser uma floresta?
Não necessariamente.
A análise territorial considera as características ambientais efetivamente existentes na área e os dados aplicáveis ao tipo de território avaliado.
03 Existe tamanho mínimo para desenvolver Créditos SCZ?
O enquadramento depende da análise da área e da viabilidade técnica e econômica do desenvolvimento.
Áreas menores também podem ser avaliadas. O primeiro passo é entender localização, dimensão, características ambientais e qualidade das informações disponíveis.
04 Como é calculada a quantidade de créditos?
A apuração parte da delimitação do território e das informações correspondentes ao período analisado.
Os dados territoriais e ambientais aplicáveis são organizados e utilizados para calcular o resultado em toneladas de dióxido de carbono equivalente (tCO₂e).
O resultado fica documentado junto à safra correspondente.
05 O que significa “safra anual de carbono”?
É a apuração de carbono vinculada a uma área e a um período específico.
Os Créditos SCZ são calculados a partir das informações referentes ao ciclo anterior e emitidos como uma safra identificada daquele território.
No ciclo seguinte, uma nova análise pode gerar uma nova safra de créditos.
06 Por que os Créditos SCZ têm validade de um ano?
Porque cada emissão representa uma safra vinculada a um período de referência determinado.
A validade anual permite que o território seja reavaliado em novos ciclos, mantendo a relação entre área, período e quantidade apurada.
07 Preciso fazer uma nova análise todos os anos?
Para gerar uma nova safra, sim.
Cada novo ciclo precisa estar associado ao período correspondente e às informações utilizadas naquela apuração.
08 O que é publicado no registro público?
O registro pode apresentar as informações essenciais do projeto, da área, da safra e da quantidade de Créditos SCZ emitidos.
Também são mantidas as movimentações registradas, permitindo acompanhar transferências e destinação dos créditos ao longo do tempo.
09 Posso desenvolver créditos da mesma área em outro programa?
Os mesmos atributos de carbono referentes à mesma área e ao mesmo período não devem ser comercializados simultaneamente em programas diferentes.
Por isso, o responsável pelo território formaliza uma autodeclaração de exclusividade referente à área e ao ciclo registrados no SCZ.
10 O SCZ garante a venda dos créditos?
Não.
O desenvolvimento dos Créditos SCZ envolve análise territorial, apuração, documentação, emissão e registro público.
Os créditos podem posteriormente ser disponibilizados e apresentados a potenciais compradores, mas a venda depende da existência de interessados, negociação, preço, características do projeto e condições de mercado.
11 Quem define o preço de venda do Crédito SCZ?
O valor de uma eventual negociação pode depender das condições comerciais acordadas entre as partes e das características do projeto.
Origem, localização, quantidade disponível, perfil da área e interesse do comprador podem influenciar a formação do valor.
12 O que acontece quando uma empresa compra os créditos?
A movimentação pode ser registrada no histórico da safra correspondente.
Quando os créditos são utilizados para compensação, a destinação pode ser registrada e os créditos utilizados deixam de permanecer disponíveis para novo uso.
13 Uma empresa pode escolher créditos de uma região específica?
Sim, quando houver projetos e créditos disponíveis que atendam ao interesse do comprador.
Algumas organizações podem preferir créditos associados ao seu estado, bioma, território de atuação ou região onde possuem clientes, fornecedores ou operações.
14 Municípios e órgãos públicos podem desenvolver Créditos SCZ?
Áreas públicas e territórios podem entrar em análise, considerando a situação territorial, documental e as condições aplicáveis ao projeto.
Para o setor público, também é possível realizar uma análise territorial mais ampla, identificando áreas que possam justificar aprofundamento e apuração.
15 Preciso ter georreferenciamento para começar?
Não necessariamente para o primeiro contato.
É possível começar com as informações já disponíveis e identificar depois quais mapas, coordenadas, arquivos ou documentos adicionais serão necessários para delimitar adequadamente a área analisada.
16 Quais documentos devo enviar inicialmente?
Para uma primeira avaliação, ajudam informações como: localização, dimensão aproximada, mapa ou delimitação disponível, características conhecidas da área e informações sobre propriedade ou administração do território.
A equipe pode indicar os dados adicionais necessários conforme o projeto avança.
17 Quanto tempo leva o desenvolvimento dos créditos?
O prazo depende do tamanho e complexidade da área, da qualidade dos dados disponíveis, da documentação e da necessidade de informações complementares.
A primeira análise ajuda a definir o fluxo e as etapas necessárias para aquele território.
18 O que eu recebo ao final do desenvolvimento?
Conforme o escopo do projeto, o processo pode incluir análise territorial, apuração em tCO₂e, documentação da safra, emissão dos Créditos SCZ, registro público do projeto e histórico das movimentações.
Não precisa saber quanto carbono ela gera antes de falar conosco.
Envie as informações que já possui. A primeira conversa serve justamente para entender o território e indicar o próximo passo.
Sua área pode gerar uma nova safra de carbono todos os anos.
Transforme território em informação. Informação em Créditos SCZ. E Créditos SCZ em uma oportunidade de mercado com origem conhecida, período definido e histórico rastreável.
Período definido.
Histórico rastreável.