Selo Carbono Zero
Transforme a sustentabilidade em padrão para sua construtora, incorporadora ou seus empreendimentos imobiliários.
Inventário corporativo, redução de emissões, critérios para materiais e fornecedores e certificação climática de obras em uma estratégia integrada
Transforme a sustentabilidade em padrão para sua construtora, incorporadora ou seus empreendimentos imobiliários.
Inventário corporativo, redução de emissões, critérios para materiais e fornecedores e certificação climática de obras em uma estratégia integrada.
Uma obra certificada é um projeto. Uma estratégia climática transforma isso em padrão de portfólio.
Construtoras e incorporadoras podem atuar em diferentes frentes ao mesmo tempo: medir as emissões da própria organização, melhorar processos internos, estabelecer critérios para materiais e fornecedores e certificar empreendimentos de forma recorrente.
Inventário corporativo
Quantificamos as emissões da própria construtora ou incorporadora dentro de uma fronteira definida, considerando as fontes relevantes para sua operação.
Certificação das obras
Cada empreendimento pode ser analisado individualmente e buscar o nível de certificação adequado ao desempenho climático comprovado.
Materiais e fornecedores
Criamos critérios que ajudam a incorporar carbono às decisões de compra, especificação de materiais e seleção de soluções construtivas.
Programa climático contínuo
Em vez de começar do zero a cada lançamento, a construtora pode estruturar uma metodologia recorrente para diferentes empreendimentos e acompanhar sua evolução.
Empresa, obra, materiais e fornecedores deixam de ser iniciativas isoladas.
A estratégia permite criar uma lógica comum para diferentes projetos, tornando os dados de carbono úteis tanto para decisões internas quanto para posicionamento dos empreendimentos.
Não é necessário estruturar um programa corporativo. Uma residência, edifício, condomínio, obra comercial, industrial ou construção modular pode ser avaliada separadamente.
Conhecer certificação de obras →Podemos começar pela empresa, por uma obra ou pelo portfólio.
Entendemos o estágio atual da construtora e indicamos uma estrutura compatível com a operação e os empreendimentos.
Pare de começar do zero a cada novo lançamento.
Construtoras e incorporadoras podem estruturar um programa climático contínuo, criando critérios comuns para diferentes obras, fornecedores, materiais e indicadores de desempenho.
Cada obra começa novamente.
Nova coleta de informações
Novos critérios de materiais
Fornecedores avaliados caso a caso
Indicadores pouco comparáveis entre obras
Aprendizados ficam dispersos
Cada nova obra aproveita o aprendizado anterior.
Base metodológica recorrente
Critérios internos de especificação
Biblioteca de materiais e fornecedores
Indicadores comparáveis entre empreendimentos
Evolução climática do portfólio
Uma base comum. Aplicada a diferentes empreendimentos.
O programa cria uma lógica que pode ser replicada e aperfeiçoada conforme novos projetos entram no portfólio.
Linha de base
Entendemos os sistemas construtivos, padrões atuais e principais fontes de emissão dos empreendimentos.
Critérios de projeto
Definimos quais decisões precisam ser acompanhadas desde as fases iniciais de novos empreendimentos.
Materiais e fornecedores
Estruturamos critérios para apoiar especificações, comparativos e escolhas de soluções construtivas.
Indicadores comuns
Criamos uma base que permite comparar resultados e acompanhar a evolução entre diferentes obras.
Certificação por empreendimento
Cada obra continua sendo analisada individualmente e recebe o enquadramento correspondente ao resultado comprovado.
Evolução do portfólio
Os resultados acumulados ajudam a construtora a entender onde está melhorando e quais oportunidades permanecem.
Não apenas “temos uma obra sustentável”. Mas “estamos melhorando obra após obra”.
Quando os indicadores são estruturados de forma consistente, a empresa consegue acompanhar tendências, identificar boas práticas e transformar os aprendizados de um projeto em vantagem para o próximo.
Sustentabilidade deixa de ser uma ação pontual e passa a fazer parte da gestão.
Critérios semelhantes entre diferentes projetos.
Menos retrabalho para estruturar cada nova análise.
Dados acumulados ajudam a priorizar escolhas futuras.
Resultados documentados para comunicação e mercado.
O programa organiza metodologia, critérios e indicadores. Cada empreendimento continua sendo avaliado conforme seus próprios dados, escopo, evidências e desempenho alcançado.
Podemos estruturar uma lógica única para todo o portfólio.
Conte quantos projetos estão em planejamento, execução ou operação e podemos avaliar como iniciar um programa climático recorrente.
Comece por onde faz sentido. Depois transforme o aprendizado em padrão.
A estratégia pode começar pela operação da empresa, por um empreendimento piloto ou por um portfólio já existente. A partir daí, estruturamos uma lógica que pode evoluir junto com novos projetos.
Entendemos a construtora e seu portfólio
Mapeamos o perfil da operação, sistemas construtivos, quantidade e estágio dos empreendimentos, fornecedores e objetivos da empresa.
Escolhemos um ponto de partida
Pode ser o inventário corporativo da construtora, uma obra piloto, um novo lançamento ou outro projeto que permita estruturar a primeira base de dados.
Quantificamos e identificamos prioridades
Organizamos os dados necessários e identificamos quais materiais, processos, fontes de emissão e decisões possuem maior relevância para o resultado.
Transformamos aprendizados em critérios
As informações do primeiro projeto podem ajudar a criar critérios internos para especificação, compras, fornecedores e novos empreendimentos.
Aplicamos melhorias nos próximos projetos
Com uma base comparável, a construtora consegue identificar oportunidades para reduzir emissões e melhorar decisões de projeto e execução.
Certificamos cada empreendimento pelo resultado alcançado
Cada obra continua sendo avaliada individualmente. O enquadramento considera os dados, evidências, escopo e desempenho efetivamente comprovados.
Expandimos a lógica para o portfólio
Com critérios e indicadores estruturados, novos empreendimentos podem aproveitar o aprendizado acumulado e evoluir continuamente.
Um empreendimento piloto pode ser o início de toda a estratégia.
Para empresas que ainda não possuem uma gestão estruturada de carbono, começar por uma obra pode ser uma forma prática de aprender, organizar dados e entender quais critérios realmente fazem sentido antes de expandir para todo o portfólio.
A estratégia pode atuar na empresa, nas escolhas e nas obras.
Inventário corporativo, redução e evolução da operação.
Critérios para apoiar compras e especificações.
Quantificação, redução e certificação obra a obra.
A construtora pode criar critérios comuns e uma metodologia recorrente, mas cada empreendimento deve demonstrar seus próprios dados, resultados e evidências para receber uma certificação.
Podemos ajudar a escolher o melhor ponto de partida.
Conte quais empreendimentos estão em planejamento, execução ou já concluídos e avaliamos qual pode gerar mais aprendizado para a estratégia da construtora.
Engenharia, sustentabilidade e dados trabalhando juntos.
Cada construtora possui uma realidade diferente. Por isso, reunimos especialistas conforme o sistema construtivo, materiais utilizados, operação da empresa e objetivos de cada empreendimento.
Engenharia e sistemas construtivos
Avaliação técnica de materiais, métodos construtivos, processos de obra e características do empreendimento.
Emissões e inventários de GEE
Estruturação de fronteiras, levantamento de fontes e quantificação das emissões aplicáveis ao projeto.
Materiais e desempenho ambiental
Comparativos, análise de alternativas e apoio à seleção de soluções com melhor desempenho.
Energia e eficiência
Avaliação de consumos, fontes energéticas e oportunidades de melhoria conforme o escopo.
Resíduos e circularidade
Análise de perdas, reaproveitamento, destinação e oportunidades de redução de resíduos.
Tecnologia e análise de dados
Ferramentas digitais ajudam a organizar informações, acelerar análises e tornar os resultados mais rastreáveis.
A tecnologia acelera a análise. A responsabilidade técnica continua sendo humana.
Uma iniciativa do ICT G Tech Nano
Instituição privada sem fins lucrativos dedicada à ciência, tecnologia, inovação e ao desenvolvimento de soluções aplicadas a desafios reais de sustentabilidade.
Especialistas são acionados conforme a necessidade da construtora, do empreendimento, dos materiais analisados e do nível de aprofundamento requerido.
Dúvidas sobre estratégia climática para construtoras e incorporadoras.
A estratégia pode envolver a empresa, os empreendimentos, fornecedores, materiais e diferentes níveis de certificação. Aqui estão algumas das dúvidas mais comuns.
01 Preciso certificar todos os empreendimentos da construtora?
Não. A construtora pode começar por um único empreendimento e utilizar esse projeto como piloto para estruturar dados, critérios e indicadores.
Depois, se fizer sentido, a metodologia pode ser expandida gradualmente para outros projetos do portfólio.
02 Cada obra recebe sua própria certificação?
Sim. Cada empreendimento é avaliado a partir de seus próprios dados, escopo, evidências e resultados.
Uma estratégia corporativa pode criar critérios comuns, mas o nível de certificação de uma obra não é automaticamente transferido para os demais empreendimentos.
03 Podemos começar por um empreendimento piloto?
Sim, e muitas vezes esse é um bom ponto de partida.
Um projeto piloto permite entender quais dados estão disponíveis, quais materiais e decisões têm maior relevância e quais critérios podem ser reaproveitados em obras futuras.
04 O inventário da construtora já vale como inventário das obras?
Não são a mesma coisa.
O inventário corporativo avalia as emissões da organização dentro de uma fronteira definida. Já uma obra possui uma análise própria, relacionada ao empreendimento, seus materiais, processos e demais fontes incluídas no escopo.
Algumas informações podem se relacionar entre si, mas os dois objetos precisam ser tratados de forma distinta.
05 Os fornecedores precisam ser certificados?
Não necessariamente.
A construtora pode estabelecer critérios para fornecedores, materiais e sistemas construtivos sem exigir que todos possuam uma certificação própria.
O objetivo é utilizar dados e evidências que ajudem a comparar alternativas e apoiar decisões de projeto e compra.
06 É possível criar critérios de carbono para compras e especificações?
Sim. Uma estratégia de portfólio pode transformar aprendizados de projetos anteriores em critérios internos para materiais, fornecedores e sistemas construtivos.
Isso ajuda a incorporar carbono às decisões antes mesmo de iniciar a obra.
07 Qual é a diferença entre Carbono Reduzido, Carbono Neutro e Carbono Zero?
Carbono Reduzido reconhece redução mensurável de emissões em relação a uma referência definida.
Carbono Neutro reconhece emissões quantificadas dentro de um escopo definido e neutralização das emissões residuais correspondentes.
Carbono Zero representa o nível máximo da certificação, combinando mensuração, redução, neutralização das emissões residuais e atendimento aos critérios superiores da metodologia.
08 E se o empreendimento já busca LEED, AQUA-HQE, GBC ou outra certificação?
Isso não impede uma estratégia específica de carbono.
Certificações amplas de sustentabilidade podem avaliar diferentes dimensões da edificação. O Selo Carbono Zero aprofunda especificamente a análise climática, com foco em mensuração, redução, neutralização e comprovação das emissões dentro do escopo definido.
As abordagens podem ser complementares. Sempre que possível, informações já levantadas em outros processos podem ser avaliadas para evitar duplicações desnecessárias.
09 O Selo Carbono Zero substitui LEED, AQUA-HQE ou GBC?
Não necessariamente. São propostas diferentes.
Existem certificações com avaliação ampla da sustentabilidade da edificação. O Selo Carbono Zero possui foco específico na estratégia de carbono e no desempenho climático comprovado.
Por isso, uma construtora pode utilizar abordagens complementares conforme os objetivos de cada empreendimento.
10 A metodologia é adequada à construção brasileira?
A proposta é trabalhar com uma abordagem focada em carbono e aplicável à realidade dos empreendimentos no Brasil, considerando materiais, sistemas construtivos, fornecedores, logística e características relevantes de cada projeto.
O escopo e os critérios são definidos de acordo com o objeto efetivamente avaliado.
11 Uma construção modular ou industrializada entra na mesma estratégia?
Sim.
O que muda é a fronteira da análise. Em sistemas industrializados, uma parcela relevante das emissões pode ocorrer durante a fabricação dos módulos ou componentes, além do transporte e da montagem.
12 A construtora também pode buscar certificação como empresa?
Sim. A organização pode trabalhar seu inventário corporativo, redução de emissões e certificação climática separadamente das certificações dos empreendimentos.
Conhecer soluções para empresas →13 Quanto tempo leva para estruturar um programa para vários empreendimentos?
O prazo depende da quantidade de empreendimentos, estágio dos projetos, sistemas construtivos, disponibilidade dos dados e profundidade da estratégia.
Muitas vezes faz sentido começar por um diagnóstico e um projeto piloto antes de ampliar o programa.
14 E se quisermos certificar apenas uma obra?
Também é possível.
Não é necessário contratar uma estratégia corporativa ou um programa de portfólio para avaliar um único empreendimento.
Conhecer certificação de obras →15 O que a construtora recebe ao final?
Isso depende do escopo contratado. O projeto pode gerar inventários, relatórios, indicadores de carbono, critérios para materiais e fornecedores, certificações por empreendimento, páginas públicas, QR Codes e materiais de comunicação.
A comunicação deve sempre refletir os dados, o período, a fronteira e os resultados efetivamente avaliados.
Conte como funciona o portfólio da sua empresa.
Podemos avaliar se o melhor caminho é começar pela empresa, por uma obra piloto ou por uma estratégia para múltiplos empreendimentos.
Transforme carbono em critério para os próximos empreendimentos.
Podemos começar por uma obra piloto, pelo inventário da construtora ou por uma estratégia para múltiplos projetos. O importante é criar uma base que ajude a medir, reduzir, comprovar resultados e evoluir empreendimento após empreendimento.