Selo Carbono Zero
Seu município pode ter um patrimônio climático que ainda não foi mensurado.
Áreas públicas, unidades de conservação, projetos de restauração, resíduos e outras iniciativas municipais podem apresentar potencial para geração de ativos de carbono.
Nós ajudamos a descobrir onde está esse potencial e qual o caminho para transformá-lo em um projeto tecnicamente viável.
Seu município pode ter um patrimônio climático que ainda não foi mensurado.
Áreas públicas, unidades de conservação, projetos de restauração, resíduos e outras iniciativas municipais podem apresentar potencial para geração de ativos de carbono.
Nós ajudamos a descobrir onde está esse potencial e qual o caminho para transformá-lo em um projeto tecnicamente viável.
O primeiro passo é descobrir o que realmente pode se transformar em crédito.
Áreas verdes e projetos ambientais podem representar um importante patrimônio climático para o município. Mas potencial ambiental e crédito de carbono comercializável não são a mesma coisa.
O município tem
patrimônio ambiental
Áreas públicas, unidades de conservação, projetos de restauração, resíduos, saneamento e outras iniciativas podem representar oportunidades climáticas ainda não mensuradas.
É preciso
investigar
O potencial precisa virar
um projeto viável
Antes de falar em créditos, é necessário analisar dados, titularidade, características da área, metodologia aplicável, capacidade de mensuração, monitoramento e demais critérios necessários ao projeto.
Transformamos informações dispersas em inteligência para tomada de decisão.
Nossa equipe avalia o cenário inicial do município, identifica oportunidades que merecem aprofundamento e indica quais caminhos técnicos podem fazer sentido antes de qualquer investimento maior.
Diagnóstico de Potencial de Ativos de Carbono Municipal
Uma assessoria inicial para identificar áreas, ativos e projetos municipais com potencial climático e indicar quais oportunidades realmente merecem aprofundamento técnico.
Descubra o que seu município tem antes de decidir o que fazer com isso.
Reunimos as informações disponíveis, analisamos os principais ativos municipais e construímos uma visão inicial sobre onde podem existir oportunidades relacionadas ao carbono.
O objetivo não é prometer créditos. É dar ao gestor público informação suficiente para decidir com segurança quais caminhos vale a pena desenvolver.
MUNICÍPIO
Olhamos para o território de forma mais ampla do que apenas floresta.
Áreas públicas
Parques, unidades de conservação, imóveis municipais, áreas verdes e outras propriedades sob responsabilidade do município.
Titularidade e localização
Identificação preliminar da propriedade, uso da área, georreferenciamento disponível e possíveis questões que precisam ser aprofundadas.
Vegetação e bioma
Características ambientais, cobertura vegetal, preservação, áreas degradadas e possibilidades de conservação ou restauração.
Potencial climático
Avaliação preliminar das possibilidades de redução, retenção ou remoção de emissões que podem justificar estudos mais aprofundados.
Resíduos e metano
Aterros, resíduos orgânicos, efluentes, saneamento, biodigestão e outras situações que possam representar redução de emissões de metano.
Caminhos possíveis
Identificação inicial de metodologias, estudos adicionais, especialistas, tecnologias ou estruturas necessárias para desenvolver cada oportunidade.
Um mapa claro de oportunidades e próximos passos.
O diagnóstico organiza o cenário para que prefeito, secretários e equipe técnica consigam decidir onde vale a pena investir tempo e recursos.
Áreas e projetos identificados como potenciais oportunidades.
Indicação das oportunidades que merecem aprofundamento e das que ainda precisam de mais informações.
Dados faltantes, titularidade, monitoramento, metodologia e outras questões relevantes.
Próximos estudos, profissionais e etapas recomendadas para cada oportunidade identificada.
A existência e a quantidade de créditos dependerão da estruturação posterior do projeto, da metodologia aplicável, dos dados disponíveis e das etapas de mensuração, validação ou verificação necessárias.
Podemos começar com uma conversa.
Conte brevemente o cenário do município. Nossa equipe avalia as informações iniciais e explica se existe razão para avançar para um diagnóstico.
Oportunidades climáticas podem estar espalhadas por todo o município.
Florestas e áreas verdes são apenas uma das possibilidades. Resíduos, saneamento, recuperação ambiental e projetos de redução de emissões também podem merecer uma análise mais aprofundada.
Áreas verdes e unidades de conservação
Parques, reservas, áreas públicas preservadas e outros territórios municipais podem ser analisados quanto ao estoque, conservação e dinâmica de carbono.
Recuperação e restauração ambiental
Áreas degradadas, recuperação de vegetação e projetos de reflorestamento podem representar oportunidades relacionadas ao aumento da remoção de carbono da atmosfera.
Resíduos, aterros e matéria orgânica
A decomposição de resíduos orgânicos pode gerar metano. Mudanças na gestão, tratamento, captura ou aproveitamento desse gás podem representar redução de emissões.
Efluentes e tratamento de esgoto
Sistemas de tratamento de efluentes e saneamento podem apresentar oportunidades de redução de gases de efeito estufa, especialmente em processos relacionados ao metano.
Energia e eficiência
Geração renovável, modernização de equipamentos, iluminação, eficiência energética e outras iniciativas podem reduzir emissões associadas às atividades municipais.
Outros projetos municipais
Mobilidade, agricultura, biodigestores, bioenergia, mudanças tecnológicas e outros projetos podem apresentar potencial dependendo da realidade de cada município.
O diagnóstico existe justamente para descobrir onde vale a pena olhar.
Um município pode possuir uma grande área verde e descobrir que sua melhor oportunidade está em resíduos. Outro pode encontrar potencial em restauração, saneamento ou em uma combinação de diferentes projetos.
Importante: a presença de qualquer um desses ativos não significa, isoladamente, que existam créditos de carbono disponíveis. Cada oportunidade precisa ser avaliada conforme suas características, dados, titularidade e metodologia aplicável.
O potencial climático do município não termina nas áreas da prefeitura.
Propriedades privadas também podem fazer parte de uma estratégia municipal de conservação, restauração e desenvolvimento de projetos climáticos — respeitando sempre os direitos dos seus proprietários.
A prefeitura pode estimular quem preserva.
Além de avaliar seus próprios imóveis, o município pode estudar políticas públicas que incentivem proprietários privados a preservar vegetação, restaurar áreas degradadas e participar voluntariamente de iniciativas climáticas.
Isso pode criar uma rede local de áreas protegidas e projetos ambientais muito maior do que o patrimônio pertencente diretamente ao poder público.
Um programa municipal pode conectar incentivo, preservação e carbono.
Mapear
Identificar proprietários e áreas privadas que possam apresentar interesse ambiental ou climático.
Incentivar
Criar políticas locais que valorizem preservação, restauração e outras práticas ambientais.
IPTU Verde
Conforme legislação municipal, benefícios tributários podem incentivar práticas ambientais em imóveis urbanos.
Avaliar carbono
Áreas com potencial podem ser avaliadas individualmente para verificar a viabilidade de projetos de carbono.
O proprietário ganha incentivo. O município ganha conservação.
Incentivos ambientais, valorização da área e possibilidade de desenvolver um projeto climático próprio quando houver viabilidade técnica.
Mais áreas preservadas, recuperação ambiental, dados sobre o território e fortalecimento da estratégia climática local.
Formação de um ecossistema local de sustentabilidade, inovação e valorização dos ativos ambientais.
Pela legislação atual, a titularidade originária dos créditos gerados em imóveis de usufruto privado pertence ao proprietário ou usufrutuário. Programas municipais de incentivo e benefícios tributários precisam ser estruturados em legislação própria e não transferem automaticamente os créditos ao município.
O mercado de carbono abriu uma nova perspectiva para os municípios.
A legislação brasileira passou a reconhecer expressamente a participação de entes públicos em projetos de crédito de carbono. Para os municípios, isso pode transformar patrimônio ambiental e projetos de redução de emissões em oportunidades que merecem ser tecnicamente avaliadas.
A legislação reconhece projetos públicos de crédito de carbono.
A lei estabelece que entes públicos podem desenvolver projetos de redução ou remoção de gases de efeito estufa com finalidade de geração de créditos de carbono, respeitando regras de titularidade, metodologia e direitos de terceiros.
Municípios podem desenvolver projetos
Projetos públicos podem ser estruturados para redução ou remoção de emissões e eventual geração de créditos de carbono, desde que atendam aos requisitos aplicáveis.
Áreas municipais podem gerar ativos do próprio município
A legislação reconhece a titularidade originária municipal em unidades de conservação municipais e outros imóveis em que o município possua, cumulativamente, propriedade e usufruto, observadas as condições legais e direitos de terceiros.
Área verde sozinha não significa crédito
Para existir crédito é necessário demonstrar efetiva retenção, redução ou remoção de gases de efeito estufa dentro de uma metodologia que permita mensuração, relato e verificação.
O município pode ter um direito. Mas primeiro precisa descobrir se tem um projeto.
Área ou projeto municipal
Análise técnica inicial
Metodologia e mensuração
Após comprovação aplicável
Começar pela informação, não pela promessa.
Nossa assessoria ajuda o município a organizar as informações, identificar ativos com potencial, compreender os principais caminhos técnicos e saber quais estudos e especialistas serão necessários antes de avançar para a estruturação de um projeto.
Titularidade, uso da área, direitos de terceiros, metodologia, documentação e forma de contratação ou parceria precisam ser avaliados conforme as características do município e do projeto. Quando necessário, a análise técnica deve ser complementada por especialistas jurídicos e outros profissionais habilitados.
O mercado brasileiro de carbono está sendo estruturado agora.
O Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões já entrou em fase de implementação. Nos próximos anos, mensuração, relato, verificação e negociação de ativos climáticos passarão a fazer parte de uma estrutura nacional cada vez mais organizada.
Regulamentação
Estruturação da governança, das regras de MRV, da cobertura setorial e do Registro Central do SBCE.
Instrumentos de relato
Operacionalização dos instrumentos para monitoramento e relato de emissões, com entrada gradual dos primeiros setores.
Monitoramento e relato
Operadores abrangidos passam gradualmente a apresentar planos de monitoramento e relatos de emissões e remoções de GEE.
Mercado de ativos
Previsão do primeiro Plano Nacional de Alocação, distribuição de CBEs e implementação do mercado de ativos do SBCE.
Para os municípios, este é o momento de conhecer seus ativos, organizar seus dados e entender suas oportunidades.
Não é necessário esperar o mercado estar completamente implementado para começar. Conhecer o território, suas emissões, áreas ambientais, resíduos e projetos permite que o município tome decisões com muito mais informação à medida que o novo mercado se desenvolve.
A mudança não afeta apenas quem vende créditos.
Indústrias e outros operadores locais podem passar a enfrentar novas exigências de mensuração, monitoramento e relato conforme a regulamentação e a entrada gradual dos setores.
Informações sobre emissões, resíduos, energia, saneamento e ativos ambientais passam a ser cada vez mais importantes para planejamento e desenvolvimento de projetos.
Municípios que conhecem seus ativos e oportunidades estarão mais preparados para avaliar projetos, parcerias e novos instrumentos da economia de baixo carbono.
As novas regras também vêm acompanhadas de consequências reais para quem descumpri-las.
A Lei nº 15.042/2024 estabelece sanções administrativas para agentes sujeitos ao SBCE que cometerem infrações.
Para pessoas jurídicas com faturamento, podem chegar a 3% do faturamento bruto e, em reincidência, progressivamente até 4%.
A lei prevê suspensão ou cancelamento de registros, licenças e autorizações entre as sanções possíveis.
Pode haver perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais e perda ou suspensão da participação em linhas oficiais de financiamento.
Entre as sanções previstas está a proibição de contratar com a Administração Pública por até três anos.
Importante: essas sanções não significam que uma prefeitura será penalizada simplesmente por não possuir um inventário municipal de emissões. Elas se aplicam às infrações cometidas por agentes sujeitos às obrigações do SBCE, conforme regulamentação e enquadramento de cada atividade.
é antes que ele esteja completamente estabelecido.
O papel do município agora é conhecer melhor seu território, seus ativos e seus desafios — e decidir com antecedência onde existem oportunidades que valem ser desenvolvidas.
Diferentes áreas da prefeitura podem identificar a mesma oportunidade.
O município não precisa chegar com um projeto de carbono pronto. Basta existir interesse em entender melhor seus ativos ambientais, projetos, áreas ou possibilidades de redução de emissões.
Prefeito(a)
Pode enxergar o mercado de carbono como parte de uma estratégia maior de desenvolvimento, inovação, valorização do patrimônio municipal e posicionamento da cidade.
Meio Ambiente
Normalmente possui maior proximidade com áreas verdes, unidades de conservação, recuperação ambiental, vegetação e projetos de preservação.
Fazenda e Finanças
Pode avaliar o tema sob a perspectiva de viabilidade econômica, valorização de ativos públicos, estruturação financeira e possíveis novas fontes de recursos.
Planejamento
Pode conectar clima, território, infraestrutura e investimentos às estratégias de médio e longo prazo do município.
Desenvolvimento Econômico
Pode conectar mercado de carbono, inovação e sustentabilidade à atração de empresas, novos projetos e desenvolvimento do ecossistema econômico local.
Saneamento e Serviços Urbanos
Resíduos, aterros, efluentes e matéria orgânica podem revelar oportunidades ligadas principalmente à redução de emissões de metano.
Nós ajudamos a reunir as pessoas certas dentro do município.
Conforme a oportunidade identificada, a avaliação pode envolver diferentes secretarias, técnicos municipais e especialistas. O diagnóstico ajuda justamente a organizar essa conversa antes de o município assumir compromissos maiores.
Comece com uma reunião sem precisar ter todas as respostas.
Queremos primeiro entender o município: quais áreas possui, quais projetos já existem, quais dados estão disponíveis e o que despertou interesse no mercado de carbono.
A partir dessa conversa conseguimos indicar se há elementos suficientes para avançar para o Diagnóstico de Potencial de Ativos de Carbono Municipal.
Conhecer os ativos, projetos e objetivos do município.
Perceber quais oportunidades merecem uma primeira análise.
Mostrar como funciona um projeto de carbono e suas etapas.
Avaliar se faz sentido avançar para um diagnóstico técnico estruturado.
Seu município pode ter mais potencial do que imagina.
Agende uma conversa com nossa equipe e conte brevemente o que existe hoje no município. A partir daí, mostramos quais caminhos podem fazer sentido investigar.
Prefeito • Meio Ambiente • Fazenda • Planejamento • Desenvolvimento • Saneamento
Participante selecionado para participar do programa Impacta RS
Conheça nosso time de especialistas:
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Graduação em Geologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2013), possuindo centenas de projetos aprovados junto aos órgãos FEPAM, ANM, SEMA, IMA e Prefeituras, principalmente nas áreas de mineração e investigação de contaminação. Sólida experiência profissional nas fases de planejamento, execução e finalização de projetos e relatórios. Coordenação de equipes de campo durante execução de sondagens do tipo SPT, rotativa, trado, hollow stem auger, direct push, instalação de poços de monitoramento de água subterrânea e biogás. Possui Certidão de Acervo Técnico – CAT junto ao CREA/RS nas áreas de mineração, licenciamento ambiental, recuperação de áreas degradadas, hidrogeologia, geotecnia e estudos de impacto ambiental, tanto como executor como coordenador técnico. Projetos de mitigação e anaálise de viabilidade para geração de créditos de carbono.
André Luís de Andrade Rodrigues
GEÓLOGO
Pós-graduação em Crédito de Carbono: Projeto e Mercado
Pós-graduação em Engenharia Geotécnica
Bacharel em Geologia
CREA RS202133, IBAMA CTF n° 6.412.540
Engenheira Sanitarista e Ambiental, com MBA em Gestão de Projetos e Sustentabilidade Ambiental e especialização em Créditos de Carbono, possui experiência em sustentabilidade corporativa, gestão ambiental e mudanças climáticas. Atua na elaboração e gestão de Inventários de Gases de Efeito Estufa (GEE), estratégias ESG, Relatórios de Sustentabilidade, monitoramento ambiental e desenvolvimento de programas socioambientais, com conhecimento em GHG Protocol e ABNT NBR ISO 14064-1. Sua atuação é voltada à integração entre gestão ambiental, estratégia climática e sustentabilidade, contribuindo para a mensuração e redução de impactos ambientais e para o desenvolvimento de soluções alinhadas à transição para uma economia de baixo carbono.
Amanda Segatto
ENGENHEIRA SANITARIASTA E AMBIENTAL
MBA em Gestão de Projetos e Sustentabilidade Ambiental e especialização em Créditos de Carbono
Instituto de Ciências e Tecnologia G Tech Nano
O Selo Carbono Zero é uma iniciativa do ICT G Tech Nano, instituição privada sem fins lucrativos dedicada à pesquisa aplicada, ao desenvolvimento de tecnologias, metodologias e soluções que aproximam ciência, sustentabilidade e mercado.
Combinamos conhecimento técnico, inteligência artificial interna e especialistas de diferentes áreas para tornar inventários, análises de emissões e projetos de descarbonização mais ágeis, acessíveis e aplicáveis à realidade de cada organização.
Antes de começar, é normal ter dúvidas.
O mercado de carbono ainda é novo para muitos gestores públicos. Reunimos algumas das perguntas mais comuns para explicar, de forma simples, o que acontece antes de um município decidir estruturar um projeto.
01
Uma área verde já significa que o município possui créditos de carbono?
Não. Uma área preservada pode representar um importante patrimônio ambiental e merece ser analisada, mas a existência de vegetação, por si só, não cria automaticamente créditos comercializáveis.
É necessário avaliar as características da área, titularidade, dados disponíveis, metodologia aplicável, capacidade de mensuração e outros critérios do projeto.
02
Então qual é o primeiro passo para o município?
O primeiro passo é entender o que o município possui e quais oportunidades realmente merecem ser investigadas.
Por isso começamos pelo Diagnóstico de Potencial de Ativos de Carbono Municipal, reunindo informações sobre áreas, projetos ambientais, resíduos, saneamento e outras possíveis fontes de redução ou remoção de emissões.
03
O município pode participar do mercado de carbono?
A legislação brasileira prevê a participação de entes públicos em projetos relacionados ao mercado de carbono e contempla situações em que créditos podem estar vinculados a ativos pertencentes ao próprio município.
Entretanto, cada projeto precisa ser analisado individualmente, especialmente quanto à titularidade, direitos de terceiros, metodologia, contratação e estrutura jurídica aplicável.
04
O diagnóstico garante que existirão créditos para vender?
Não. O objetivo do diagnóstico é justamente evitar que o município invista em um projeto antes de compreender seu verdadeiro potencial.
A entrega indica quais oportunidades parecem mais promissoras, quais informações ainda são necessárias e quais caminhos técnicos podem fazer sentido aprofundar.
05
Apenas áreas florestais podem gerar oportunidades?
Não. Preservação e restauração são apenas algumas das possibilidades.
Dependendo da realidade municipal, também podem existir projetos relacionados a resíduos, metano, saneamento, efluentes, biodigestores, energia, eficiência, mobilidade e outras reduções de gases de efeito estufa.
06
Quais informações a prefeitura precisa ter para a primeira reunião?
Não é necessário chegar com um levantamento técnico pronto. A reunião inicial existe justamente para entendermos o cenário.
Informações básicas sobre áreas públicas, unidades de conservação, projetos ambientais, aterros, resíduos, saneamento ou outros ativos já ajudam a orientar a conversa.
07
Quem da prefeitura deveria participar dessa conversa?
A conversa pode começar pelo prefeito, Secretaria de Meio Ambiente, Fazenda, Planejamento, Desenvolvimento Econômico, Saneamento ou outra área relacionada ao projeto identificado.
Conforme o diagnóstico evolui, ajudamos a identificar quais secretarias, técnicos e especialistas precisam participar das próximas etapas.
08
O município precisará contratar outros especialistas?
Depende do projeto. Algumas oportunidades podem exigir profissionais ou instituições especializados em áreas como geoprocessamento, florestas, engenharia, saneamento, validação, verificação ou questões jurídicas.
Nosso papel inicial é também ajudar a identificar quando essas competências são realmente necessárias, evitando mobilizar estruturas complexas antes de saber se existe potencial suficiente.
09
Quanto tempo leva para saber se existe potencial?
O prazo depende principalmente da quantidade e da qualidade das informações disponíveis no município.
Após a primeira reunião conseguimos dimensionar o diagnóstico, indicar os documentos necessários e apresentar uma previsão de prazo adequada ao caso.
10
Se houver potencial, qual é o próximo passo?
As oportunidades mais promissoras podem avançar para um estudo de viabilidade mais aprofundado.
A partir daí são definidos metodologia, dados adicionais, monitoramento, profissionais envolvidos, estrutura jurídica, critérios de validação e o caminho possível para registro, emissão e eventual comercialização dos ativos.
Não é preciso entender de carbono antes de conversar conosco.
Nossa primeira conversa existe justamente para traduzir o tema, conhecer a realidade do município e explicar quais possibilidades podem ou não fazer sentido investigar.